Coordenador: Conselheiro Adilson Antonio Volpi
Objetivo: Reforçar a noção de que a
vocação empreendedora e/ou a opção
pela iniciativa empresarial não são excludentes à competência
técnica do economista, embora não incorram
em exercício privativo ou inerente à profissão.
Existe um conceito bastante difundido de que o economista é essencialmente
um profissional liberal, e qualquer esquema de trabalho que não se enquadre
como prestação de serviços técnicos econômicos
seria incompatível. Esta noção equivocada acabou concebendo
ao economista um perfil extremamente limitado,
que desconsidera o amplo leque de possibilidades oportunizadas pelo conhecimento
incorporado aos bacharéis em Ciências Econômicas, entre
elas a possibilidade de ser tornar um economista-empresário com grande
potencial competitivo. É uma imagem reducionista que deve ser urgentemente
corrigida na
auto-conceituação dos próprios economistas. Esta nova
visão, mais abrangente e adequada, deve ser amplamente difundida e trabalhada
já no processo de graduação, visan-do agregar valor à opção
pelo curso de Economia e suprimir estigmas sem fundamentação.